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Seria orgulho nosso não falar sobre toda a evolução do jornalismo. Nos nossos dez posts tratando de informação, entrevista e cultura, fomos integrando toda a evolução do jornalismo direta e indiretamente. Seria inútil não dedicar o provável post final em nosso blog ao jornalismo atual.
Misturado de todas as formas já atribuídas, modificando estruturas para melhorar cada vez mais, o jornalismo da fase em que vivemos também abrange o chamado Jornalismo Moderno.

Ao longo das décadas, o jornalismo foi evoluindo, passando por fases de serviço, idéias e o chamado “jornalismo de mercado”, que é definido por alguns especialistas como o jornalismo misturado com a publicidade. Utilizando esse meio de comunicação para vender, comercializar, divulgar outros produtos, é do que o jornalismo moderno é composto.
Muitos acreditam que essa teoria é errada, mas o que seria dos jornais, sem ganhar uma comissão por divulgar comerciais? Os tais classificados, as propagandas na televisão, as promoções nos rádios, tudo é mercado.

Se a informação está cada vez mais ligada à comunicação, assim como a publicação e divulgação, qual outro meio de vender se não for pelo jeito de mais fácil acesso à toda a população?

Juntando todas as técnicas e possibilidades do jornalismo, temos o fator da internet, que é o meio que conseguiu revolucionar toda a história e hoje em dia é o que mais traz as pessoas perto das novidades e atualizadades. O comércio por meio do jornalismo deu certo desde que começou a ser quotado e continuará dando certo, uma vez que sempre há como melhorá-lo.

 

Os jornalistas se repetem, se imitam, se copiam, se correspondem e se misturam a ponto de não constituir mais do que um único sistema informacional, no seio do qual é cada vez mais árduo distinguir as especificidades de um meio tomado isoladamente. E o surgimento da Internet reforçou ainda mais esta imbricação” (RAMONET, 1999, p. 53).

 

Gostaríamos de agradecer a todos que acessaram e acompanharam o nosso trabalho no blog e nos ajudaram comentando, enviando emails e dando sugestões para temas a serem tratados aqui. E para a nossa última enquete, queremos saber: O blog Jornal da Banca deve continuar no ar? Clique aqui para votar.

Um enorme obrigado da Galera do Jornal da Banca a todos vocês!

O termo ‘Indústria Cultural’, utilizado pelos filósofos alemães Theodor Adorno e Max Horkheimer, explica a transição da informação cultural como mercadoria, ou seja, toda e qualquer informação cultural tornaria- se capitalizável. Com o desenvolvimento e crescimento de tantas tecnologias como o telefone, o computador, a internet, entre outros que facilitaram a vida da sociedade, a produção da notícia acelera cada vez mais devido à população mais evolutiva na qual nos encontramos.

Com esse surgimento da propaganda, o jornalismo passou a se sustentar com os lucros da publicidade e dos patrocínios que estavam cada vez mais presentes nas redações, desse modo tivemos o surgimento do chamado jornalismo mercadoria ou jornalismo moderno.

Um dos exemplos mais fortes da indústria cultural que temos é a própria televisão, que tem o poder de manipular e influenciar uma enorme quantidade de pessoas, por ser de “fácil” acesso, ter uma cobertura muito grande, e uma enorme variedade de assuntos, com pontos positivos e negativos.

Através da mídia e da publicidade inserida na informação, bandas/artistas conquistam fãs e seguidores. Assim, a cultura torna-se produto, gerando lucros para a imprensa jornalística.

O grupo Mamonas Assassinas foi um exemplo vivo da Indústria Cultural.

 

Mamonas

 

A banda fez sucesso em meados dos anos 90 vendendo mais de 2,3 milhões de cópias do seu primeiro e único álbum. Os sucessos de temas como “Pelados em Santos“, “Robocop Gay“, “Vira-Vira“, “1406” e “Sabão Crá-Crá”, levou multidões ao delírio tudo com a “grande ajuda” da imprensa, porém em 1996 na volta de um show o avião em que estavam chocou-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, levando milhares de fãs ao desespero.

Logo concluímos que a mídia tem um grande poder sobre as pessoas, influenciando em seus gostos culturais e até mesmo nas informações sobre determinado assunto.  A imprensa possui tanto poder que  faz com que pessoas desconhecidas, tornem- se ‘estrelas’ rapidamente.

 

mamonas 1

 

Acompanhe uma matéria especial dos Mamonas Assassinas do programa ” Por toda minha vida”, Rede Globo.

 

Parte 1

 

Parte 2

 

Parte 3

 

Veja mais em www.youtube.com.

 

 

Já sabe, né? Clique aqui para votar na enquete da semana.

No início da década de 90, especialistas em Tecnologia da Informação (TI) discutiram, por um bom tempo, o quadro preocupante que pouco mudou de lá pra cá: os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento (países pobres) não estão adquirindo a “informação”. Sem os meios necessários para usufruir os recursos apropriados (internet rápida, telecomunicações), esses países perdem opções para aquecer a economia e melhorar os baixos índices sociais.

Inclusão Digital Inclusão digital significa proporcionar melhoria das condições de vida de determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. O que chama mais a atenção é como as empresas e os governos falam da democratização do acesso e da inclusão digital sem critérios, isso sem tomar conhecimento se tem o efeito desejado. Não é apenas “alfabetizar” a pessoa em informática, mas também aprimorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores, e utilizar desse proveito para lucro e melhoraria de vida.

A grande maioria da sociedade imagina que em países pobres não deveria se falar em inclusão digital, enquanto há pessoas passando fome, desempregadas, nas ruas. O problema é que são justamente as nações pobres que costumam se beneficiar das ações includentes.

A ideia é que as tecnologias da informação vieram para ficar e, num futuro próximo, quem não estiver incluído digitalmente viverá sob uma limitação social, perdendo inclusive direitos garantidos à cidadania; aliado a isto existe a necessidade do acesso pleno a educação.

 

 

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